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Médico

Site para médico: estar presente quando o paciente ainda está no sintoma

Esta página é para o médico que vai contratar o próprio site, não para quem procura consulta. Muitos pacientes não começam pelo seu nome: começam pelo sintoma, filtram pelo convênio e só então conferem CRM, RQE e avaliações, muitas vezes à noite e no celular. A apareça.ai monta o site nessa ordem, dentro da Resolução CFM nº 2.336/2023, para que exista uma página sua em cada um desses três passos. Se ela aparece antes da de um colega depende de quantos atendem sua especialidade na cidade e do que o paciente encontra primeiro.

Em resumo

  • Uma página por condição que você trata com RQE, escrita na palavra do paciente, para o momento em que ele ainda não sabe qual especialista procurar.
  • Convênios aceitos escritos por extenso na home, porque o plano de saúde elimina médico antes de qualquer avaliação de qualidade.
  • Nome, CRM acompanhado da palavra MÉDICO e RQE na página principal, como pedem os arts. 4º e 6º da Resolução CFM nº 2.336/2023.
  • Endereço próprio, diferente de um perfil em diretório ou plataforma de agendamento: URL, título, texto e dados estruturados que você decide.

Como o paciente escolhe médico, e por que isso desenha o site inteiro

Muita gente não começa digitando o nome de um médico. Começa pelo incômodo: qual especialista procurar para ronco, para queda de cabelo, para fibromialgia. Só depois de descobrir a especialidade a pessoa procura nomes, e quem tinha uma página respondendo a esse primeiro passo teve a chance de entrar na lista.

Consulta eletiva costuma ser adiada por semanas e resolvida numa noite, no sofá, com o consultório fechado. Não é pronto-socorro, onde ninguém pesquisa nada.

A 6ª edição do Perfil do Paciente Digital, levantamento da Doctoralia divulgado em novembro de 2025 com dados de 2024 dos usuários da plataforma no Brasil, mostra esse horário: 33% dos agendamentos são feitos fora do horário comercial, 13% dos pacientes preferem marcar no fim de semana e 84% dos acessos à plataforma vêm do celular. Se o único jeito de marcar com você é ligar para a secretária amanhã às 8h, a decisão tomada às 23h tende a ir para quem permite marcar na hora.

Antes de qualquer critério de qualidade entra o convênio. Perguntas como “cardiologista em goiânia que atende unimed” já trazem o plano dentro da busca. O paciente não compara os melhores médicos da cidade, compara os que atendem o plano dele e ficam perto.

Depois do filtro, ele monta uma lista curta e confere cada nome: avaliação no Google, perfil em plataforma de agendamento, se o RQE existe, se a agenda abre. A indicação de um conhecido continua valendo, mas mudou de papel: ela entrega o nome que vai ser pesquisado, e o site é a única página dessa checagem em que o conteúdo é decidido por você.

Muitas vezes quem marca nem é o paciente. É a filha marcando para o pai idoso, a mãe marcando o pediatra do filho, alguém que vai precisar justificar a escolha para outra pessoa e por isso quer informação conferível na tela, não simpatia.

  • Convênios aceitos na home, por nome e com o plano específico, e não um “atendemos diversos convênios” que obriga a ligar para descobrir.
  • Botão de agendamento ou de WhatsApp visível no celular sem rolar a tela, funcionando fora do horário em que a recepção atende.
  • Uma página por sintoma ou condição tratada, para o passo em que o paciente ainda não sabe que precisa da sua especialidade.
  • Formação, residência e hospital onde você atende em texto verificável, para o acompanhante que vai defender a escolha em casa.
  • Endereço, estacionamento e acessibilidade explicados, porque quem leva um pai idoso decide também pela rampa e pela vaga.

O que prova competência de médico, e o que o CFM não deixa usar como prova

O paciente procura o RQE muitas vezes sem saber o nome dele, com perguntas como “como saber se o médico é especialista”. A Resolução CFM nº 2.336/2023, em vigor desde 2024-03-11, pede isso no mesmo lugar: o art. 4º exige nome, CRM acompanhado da palavra MÉDICO e especialidade seguida do RQE, e o art. 6º manda que esses dados fiquem na página principal do perfil ou equivalente, o que no site é a home.

A norma também diz como mostrar formação sem inflar título. Pós-graduação lato sensu, mestrado ou doutorado cadastrados no CRM aparecem seguidos de NÃO ESPECIALISTA em caixa alta, e o título de especialista permite divulgar até duas especialidades com as áreas de atuação relacionadas (art. 13, §1º). Especialista, para a resolução, é quem apresenta RQE (art. 13, §2º), então apresentar uma pós-graduação como especialidade contraria a norma, não é detalhe de redação.

A prova que o paciente mais usa para confirmar é a avaliação em canal de terceiro, como Google e plataformas de agendamento. No seu site, depoimento repostado passa a contar como publicação sua (art. 8º, §3º) e precisa ser sóbrio, sem adjetivo que denote superioridade e sem induzir promessa de resultado (art. 14, II, g).

Antes e depois não está proibido, mas só com finalidade educativa e em conjunto: texto educativo com indicações e complicações descritas na literatura, evoluções satisfatórias e insatisfatórias, diferentes biotipos e faixas etárias quando aplicável, paciente não identificável e imagem sem edição (art. 14, caput e II). A foto isolada do melhor caso não cumpre essas condições.

  • Prova aceita: CRM com a palavra MÉDICO e RQE na página principal, e não escondidos no rodapé.
  • Prova aceita: onde se formou, onde fez residência, em que hospital atende e de qual sociedade de especialidade participa, tudo com nome próprio.
  • Prova aceita: informação de consultório que o art. 9º, V permite, como planos atendidos, estacionamento, segurança, privacidade, conforto e localização.
  • Prova aceita: conteúdo educativo sobre as doenças da sua especialidade com RQE, previsto no art. 14, I, dentro do direito de publicidade em rede própria do art. 13, III.
  • Proibido: garantir, prometer ou insinuar bons resultados do tratamento (art. 11, XII).
  • Proibido: permitir ou não impedir que seu nome entre em listas de “melhor médico”, “médico do ano” ou “destaque da especialidade” (art. 11, XIII), e exibir esses títulos no site, o que tende a configurar autopromoção (art. 11, XVI e §3º).
  • Proibido: atribuir capacidade privilegiada a aparelho ou anunciar técnica de forma a atribuir a si capacidade privilegiada (art. 11, II e IX).
  • Proibido: quando não especialista, divulgar que trata de sistemas orgânicos, órgãos ou doenças específicas (art. 11, I).

Diretório, plataforma de agendamento e site próprio: o que cada um entrega

Quem pesquisa “site para médicos” no Google encontra dois tipos de resultado na primeira página: agências que fazem site e páginas de busca de médico, como a busca de médicos do portal do CFM, o guia do Cremesp e a Doctoralia. São coisas diferentes, e as páginas de busca de médico não concorrem com o seu site: convivem com ele.

A busca dos conselhos é a fonte oficial para conferir se o registro está ativo e qual especialidade tem RQE, e o paciente cuidadoso vai passar por ela de qualquer jeito. A plataforma de agendamento reúne perfil, agenda online e avaliações num formato padronizado. Estar listado nos dois é útil e recomendável.

O que nenhum diretório oferece é endereço próprio. No perfil, a URL, o título da página, a ordem das informações, os dados estruturados e o que acontece com o conteúdo são decisões da plataforma, e sua página aparece ao lado das de outros médicos da mesma especialidade. No site, você decide ter uma página para ronco, outra para convênios e outra para o preparo da primeira consulta, cada uma com título e texto próprios.

O mesmo vale para rede social. Post de Instagram e de Facebook é indexado pelo Google e pode ser citado por assistentes de IA, inclusive pela IA do Google. A diferença é de controle: no post você não define URL, título nem estrutura, e o texto que responde a um sintoma fica misturado ao resto do feed.

Se uma resposta de IA vai citar a sua página, a de um colega ou a de uma plataforma depende de quem mais escreve sobre aquele sintoma na sua cidade, e nenhuma agência controla isso. O que fazemos é deixar cada página elegível: resposta direta no primeiro parágrafo, texto presente no HTML inicial e o site aberto para os rastreadores dos assistentes.

  • Perguntas de sintoma, como qual especialista procurar para ronco, queda de cabelo, fibromialgia, apneia do sono, lipedema ou TDAH.
  • Perguntas com convênio dentro, como “cardiologista em goiânia que atende unimed”: o plano já vem na pergunta.
  • “Quanto custa consulta com dermatologista”: desde 2024-03-11 o art. 9º, VI permite informar valor de consulta e formas de pagamento no seu site.
  • “Como saber se o médico é especialista”: a resposta é o RQE, e ele precisa estar na sua página principal para ser conferido ali.
  • “Médico que atende idoso” e “médico que atende em domicílio”: recorte de atendimento, não de titulação, e cada um pede frase própria no site.
  • O que levar na primeira consulta com endocrinologista e quais exames apresentar: pergunta de véspera que muitas vezes vai para a busca ou para a IA, e não para o telefone da clínica.

Criação de site para médicos: as páginas que o seu precisa ter

Site de médico não é uma página com foto de jaleco e botão de WhatsApp. Ele segue a ordem em que o paciente decide: sintoma, especialidade, convênio, confirmação e agendamento, cada passo com a página que o responde.

A lista abaixo é o ponto de partida do diagnóstico. Página de condição só entra se estiver coberta pelo seu RQE, e o limite de duas especialidades divulgadas (art. 13, §1º, f) desenha o mapa antes de qualquer decisão de marketing: um clínico sem RQE e um endocrinologista com área de atuação em diabetes não podem ter o mesmo conjunto de páginas.

As páginas de especialidade e de condição se escrevem uma vez e só mudam quando a sua prática muda. O que muda com frequência é convênio credenciado ou descredenciado, e essa página precisa ser a mais fácil de atualizar, porque convênio desatualizado leva o paciente errado até a recepção.

  • Home com nome, CRM acompanhado da palavra MÉDICO, RQE, convênios aceitos e um caminho de agendamento que funciona fora do horário da recepção.
  • Uma página por especialidade e área de atuação registrada no CRM, cada uma com o RQE correspondente.
  • Páginas por sintoma ou condição tratada, na palavra do paciente (ronco, e não só síndrome da apneia obstrutiva do sono), sempre dentro do seu RQE.
  • Convênios e particular: a lista nominal dos planos aceitos, os que ficaram de fora e o que é atendido só no particular.
  • Consultório: endereço, mapa, estacionamento, acessibilidade, como chegar e como é a sala de espera, ligado ao seu Perfil da Empresa no Google.
  • Primeira consulta e preparo: exames anteriores, documentos, receitas em uso, duração e se há jejum ou outro preparo.
  • Sobre: faculdade, residência, título de especialista, hospital e sociedades, em texto conferível e sem adjetivo.
  • Valores e formas de pagamento, se você decidir usar o que o art. 9º, VI a VIII permite. É decisão comercial sua, não obrigação.
  • Teleconsulta, quando houver, apresentada dentro das regras da resolução de telemedicina do CFM; o que o art. 11, XI veda é oferecer consultoria como substituta da consulta presencial fora desse regramento.
  • Perguntas frequentes em HTML de verdade, com a pergunta na forma que o paciente digita e a resposta direta no primeiro parágrafo.

Antes de contratar: perguntas para qualquer agência, inclusive a nossa

Quem já decidiu ter site e está comparando fornecedores encontra um padrão nas páginas que vendem site para médico: prazo em dias, preço de tabela, SEO como item de lista e pouca ou nenhuma palavra sobre convênio, sintoma, RQE ou resposta de IA.

Prazo curto não é defeito em si, mas costuma significar modelo pronto com a palavra médico trocada. As perguntas abaixo separam o site feito para a decisão do paciente do site feito para ser entregue rápido, e servem também para avaliar a nossa proposta.

  • O mapa de páginas parte do sintoma ou só da especialidade? Quem começa pela especialidade atende o segundo passo da jornada e deixa o primeiro sem página.
  • Onde ficam os convênios? Se a resposta for “o paciente pergunta no WhatsApp”, o filtro do plano acontece antes do primeiro contato, e sem você.
  • Qual resolução do CFM a agência segue? Se disser que é proibido informar valor de consulta ou formas de pagamento, está presa à lógica da Resolução CFM nº 1.974/2011, que vedava divulgar preço de procedimento e modalidade de pagamento como diferencial e foi revogada pela 2.336/2023; hoje o art. 9º, VI permite.
  • A agência sabe quando o seu site precisa exibir NÃO ESPECIALISTA e quantas especialidades você pode divulgar?
  • Quem revisa o conteúdo clínico? Pelo art. 3º, I, quem responde pela divulgação é o próprio médico, então nenhum texto deveria ir ao ar sem a sua aprovação.

O que entra no projeto

Mapa de páginas na ordem da decisão do paciente

Sintoma, especialidade, convênio, confirmação e agendamento, cada passo com página própria, com as condições tratadas limitadas ao que o seu RQE cobre e os planos aceitos escritos por extenso.

Divulgação conferida pela Resolução CFM nº 2.336/2023

Nome, CRM com a palavra MÉDICO e RQE na página principal, NÃO ESPECIALISTA onde a norma exige e cada texto revisado contra promessa de resultado, autopromoção e capacidade privilegiada antes de ir para a sua aprovação. Não é parecer jurídico: na dúvida, o art. 13, V da própria resolução prevê consultar a Codame do seu CRM.

Base técnica para Google e respostas de IA

Texto no HTML inicial, dados estruturados de médico e consultório coerentes com o que a página diz, velocidade no celular, agendamento visível sem rolar, sitemap, aviso imediato aos buscadores quando uma página muda e o site liberado para rastreadores de IA.

Perguntas frequentes

O CFM não deixa médico fazer propaganda. Um site mais comercial não me rende processo ético?

A norma vigente diz o contrário do que se repete por aí. O art. 13, III da Resolução CFM nº 2.336/2023 afirma que é direito do médico fazer publicidade nas redes sociais próprias para formar, manter ou aumentar a clientela, e o art. 8º, §1º inclui sites nessa categoria. O risco não está em ter site: está em prometer resultado, se apresentar como o melhor, atribuir capacidade privilegiada a aparelho ou técnica e deixar CRM e RQE longe da página principal.

Médico não pode divulgar preço de consulta nem depoimento de paciente, certo?

Não é o que diz a regra em vigor. A Resolução CFM nº 1.974/2011, seu manual e a 2.126/2015 vedavam expor a figura do paciente para divulgar resultado, publicar antes e depois e usar preço de procedimento e forma de pagamento como diferencial. Todas foram revogadas quando a 2.336/2023 entrou em vigor, em 2024-03-11. Hoje o art. 9º, VI permite informar valores de consulta e formas de pagamento, o inciso VIII permite desconto em campanha promocional sem venda casada, e o art. 14, II, g admite depoimento sobre a atuação do médico desde que sóbrio, sem adjetivo de superioridade e sem induzir promessa de resultado. Muito conteúdo de marketing médico na internet ainda repete as restrições antigas.

Já estou na Doctoralia, no Instagram e na busca do CFM. Para que um site?

Para ter um endereço seu ao lado desses canais, não no lugar deles. A busca do conselho confirma o registro e a plataforma de agendamento organiza agenda e avaliações, mas em ambas a URL, o título e a estrutura da página são da plataforma, e você aparece ao lado de colegas da mesma especialidade. O site é onde a página que responde a “qual especialista procurar para queda de cabelo” pode ser sua; se o Google ou uma IA vai escolhê-la, e não a de outro, depende da concorrência na sua especialidade e cidade.

Não tenho tempo para escrever conteúdo toda semana.

Não precisa. Site de médico funciona por estrutura, não por volume: uma página por especialidade com RQE, uma por condição tratada, convênios, preparo de consulta e perguntas frequentes. Esse conjunto só muda quando a sua prática muda. Nós redigimos e você revisa o que é clínico, porque pelo art. 3º, I quem responde pela divulgação é o médico.

Vocês me colocam em primeiro no Google quando buscarem a minha especialidade na cidade?

Não. Se você aparece antes de outro dermatologista ou cardiologista da cidade depende de quantos disputam a mesma busca, das avaliações de cada um e do que o Google decide mostrar, e nenhuma agência controla isso, nem a citação em resposta de IA. O que entregamos é o que decide se você é elegível: texto no HTML inicial, uma página por intenção real de busca, CRM e RQE onde a norma manda, marcação semântica, velocidade no celular e Perfil da Empresa no Google amarrado ao site. Com o site no ar, acompanhamos quais buscas por sintoma e por convênio passaram a trazer visita e mostramos esses números a você.

Meus pacientes vêm de indicação. Site não muda nada.

Muda o que a pessoa encontra depois da indicação. Ela recebe seu nome de uma amiga e, antes de ligar, digita esse nome no Google para conferir CRM, RQE e se você atende o plano dela. Sem site, o que ela vê são perfis em plataformas e o mapa com as avaliações que houver. Com site, existe uma página sua com essas respostas; se isso basta para ela ligar, só a sua agenda vai dizer.

Quanto custa e quanto tempo leva o site?

Depende de quantas especialidades, áreas de atuação e condições tratadas entram, porque cada uma vira página própria, e de quantos consultórios e convênios o mapa precisa cobrir. Um dermatologista com uma especialidade e três convênios não tem o mesmo escopo de um ortopedista com duas áreas de atuação e dois consultórios. O primeiro passo é um diagnóstico gratuito pelo WhatsApp: olhamos como seu nome e sua especialidade aparecem hoje no Google e nas respostas de IA, e devolvemos o escopo para você decidir.

Comece por um diagnóstico do seu cenário

A gente verifica como você aparece hoje no Google e nas respostas de IA e indica a próxima ação, sem prometer posição, citação ou resultado que nenhuma empresa controla.

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